Em 1930, ALBERT EINSTEIN escreveu ao filho EDUARDO e resumiu uma ideia simples, porém poderosa: a resiliência emocional em tempos difíceis não nasce da imobilidade, mas da capacidade de seguir adiante — ainda que em passos lentos.

MAS O QUE ELE QUIS EXPRESSAR AO COMPARAR PESSOAS A BICICLETAS?

Na carta, Einstein não tratava de ciência, e sim da vida. Ao aconselhar o filho sobre momentos complicados, recorreu a uma imagem cotidiana para explicar algo que só mais tarde seria amplamente discutido pela psicologia. Uma bicicleta parada perde o equilíbrio. Da mesma forma, alguém que fica imóvel diante de uma crise também se desestabiliza — só que internamente.

A força dessa reflexão está na sua simplicidade: não exige atos heroicos, apenas movimento. Qualquer avanço conta. Pode ser devagar, com mudanças de rumo ao longo do caminho. O que realmente compromete o equilíbrio é não agir.

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Por: Marcos Marangoni